Famílias com renda de até R$ 4.900 poderão ganhar mais dez anos para pagar a casa própria, sem precisar dar 20% de entrada. A proposta de ampliar de 20 para 30 anos o prazo para financiar 100% dos imóveis usados, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), deve constar do pacote de habitação, que será anunciado pelo presidente Lula depois do carnaval. De acordo com uma fonte do governo, a mudança é uma das mais cotadas entre as propostas estudadas por técnicos dos ministérios das Cidades, da Fazenda e da Caixa Econômica Federal.
Atualmente, os percentuais de financiamento diminuem com a extensão do prazo: são 20 anos para 100% de financiamento; 25 anos para 90% e 30 anos para 80%. O governo quer dar ao mutuário a possibilidade de financiar o valor total do imóvel pelo prazo máximo que o mercado aceita hoje. O objetivo é atrair mais compradores e, assim, estimular a construção civil, um dos setores que mais geram emprego no país.
Valor ampliado
Outra facilidade que deverá ser incluída no pacote habitacional é a ampliação do valor máximo do imóvel financiado com recursos do FGTS, de R$ 350 mil para R$ 500 mil, na linha Pró-Cotista. Os planos do governo ainda incluem uma espécie de seguro-desemprego nas parcelas da casa própria. Os mutuários que não lançarem mão do benefício ao longo do parcelamento terão um desconto no saldo devedor.
O governo poderá também comprar imóveis de grandes construtoras e refinanciá-los para famílias com renda de R$ 1.200 a R$ 2.200.
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Extra em: 19/02/2009
A texturização de paredes ganhou novidades. A técnica é utilizada na decoração há dez anos, e já foi usada com relevo bem marcado, de todas as cores, e com formas cada vez mais inusitadas. Atualmente, as formas recebem contornos mais suaves, ganham novos produtos e matérias-primas, como papel e fibras naturais, o que realçou os ambientes, dando um toque original aos espaços.
Rose Corsini, designer de interiores de São Bernardo, conta que muitos clientes pedem para que a textura faça parte dos projetos de decoração. “São várias técnicas com a utilização de massas industrializadas ou artesanais, com as quais se pode fazer vários tipos de acabamento.” Das massas industrializadas, a design prefere as brancas, já que oferecem maior opção de trabalho com cores ou gel envelhecedor. Já as massas artesanais têm menor durabilidade.
Lenita Nemer, artista plástica de Santo André que trabalha com texturização de paredes há dez anos, afirma que a demanda pelo serviço é expressiva. “Tem muita procura. É um trabalho de personalização. É como vestir as paredes. Valoriza muito o ambiente quando aplicado em apenas uma parede.”
Uma das técnicas mais usadas por Lenita, e também uma das mais pedidas pelos clientes, é o tisue paper. Também estão em alta as listras verticais ou horizontais, a mistura do fosco com o brilhante, degradê de cores, técnicas que imitam couro e fibras naturais e a texturização para dormitórios infantis.
“Alguns já não estão sendo mais usados, como o marmorizado. A escolha da técnica a ser aplicada depende do efeito que se deseja porque tem de estar em sintonia com o ambiente. É preciso ter bom senso para saber o que vai ficar bom. Sempre tento orientar o que combina.”
O tisue paper é uma técnica conhecida pelo uso do papel forme, parecido com o papel de seda. “É um relevo bem sutil e combina com qualquer tipo de decoração. É uma das mais baratas, fácil de remover ou de pintar por cima sem perder o efeito da técnica”, diz a artista plástica. Para a aplicação, é preciso um fundo neutro, de preferência branco, e uma mistura de cola especial com tinta e fixador, que serão utilizados para colocar o papel forme na parede. Depois da secagem, um esmalte é aplicado, dando o acabamento final à técnica.
Uma das recomendações da designer Rose Corsini é a utilização de mão-de-obra especializada. “Existem profissionais que cobram por metro quadrado. Pode parecer caro, mas terá um efeito que vai durar bastante. Às vezes, se gasta mais pelo desperdício ou porque vai ter de contratar alguém para arrumar o que foi feito por conta”, explica. “É cansativo realizar texturização sozinha. Tem de gostar de trabalhos manuais e ter noção do que se está fazendo, para não ter problemas de efeito ou diferença de cores.”
A artista plástica Lenita Nemer adverte que quem não conhece a técnica pode ter dificuldades para fazer a aplicação. “Requer muito treino, pode dar problema de emenda e apresentar diferença na coloração da parede.” Já a manutenção pode ser feita normalmente. Algumas técnicas aceitam até a limpeza com um pano úmido.
A arquiteta Simone Tasca, de São Caetano, afirma que houve uma explosão na texturização de paredes, e a técnica acabou sendo abolida por alguns profissionais. Para ela, a mais recomendada é para ambiente externo. “Na fachada é sempre uma boa idéia, pois dura bastante. Mas a aplicação deve ser feita de forma mais homogênea e mais limpa, não tão marcada como está se usando agora até em partes internas.”
Sujeira - Com a idéia de dar um toque diferente ao seu apartamento, a dentista Eliziane Duzi, de Santo André, procurou a artista plástica Lenita para fazer a texturização da parede. “Achava que era caro, mas pelo resultado vi que não era. As pessoas vão à minha casa e gostam muito, pedem o telefone do artista.”
Eliziane queria dispor de um diferencial no acabamento, porém se preocupava com a sujeira provocada pela obra, e se surpreendeu com o resultado. “Não fez sujeira nenhuma. Foi melhor do que eu esperava.”
No projeto, Lenita só iria fazer a texturização na sala, onde foi aplicada a técnica do tisue paper, porém a dentista gostou tanto do resultado que resolveu fazer no lavabo listras horizontais e no quarto, com fibras de ráfia, que são tratadas para não embolorar. “Não tinha idéia do que queria. Vi as amostras até definir porque queria algo bonito e delicado, mas sem ser extravagante.”
Na casa de Ana Cristina Pedro, empresária de Santo André, além das texturização com papel forme na escadaria, também foi decorado o quarto da filha com libélulas e borboletas em alto relevo com a técnica stencial, que usa um molde do desenho para a colocação da massa. “Minha filha ajudou a escolher. Ficou muito bonito.”
Para escolher a textura a ser aplicada, Ana Cristina procurou vários profissionais para mostrar os trabalhos já realizados e os orçamentos. O tisue paper foi escolhido por causa do efeito e da fácil remoção, no caso de não querer mais a textura na parede. Ela conta que não tentaria aplicar qualquer técnica na parede.
“Não me atreveria fazer algo que eu não tenho conhecimento. Preferi procurar o profissional porque existe várias opções, e sempre diferentes do que a gente está acostumada.”
fonte: www.tudoimovel.com.br
O setor de imóveis não para de crescer, e com isso, as ofertas de bens para alugar atualmente não conseguem suprir a demanda. Devido à grande procura, proprietários e imobiliárias ficam cada vez mais atentos e rígidos no momento de devolução de imóveis alugados. A vistoria não é obrigatória, é bastante trabalhosa, mas especialistas garantem que tomar alguns cuidados pode ajudar e muito no momento de saída do imóvel, evitando muita dor de cabeça no futuro.
De acordo com Ari Travassos, corretor de imóveis e fundador do Centro de Estudos da Corretagem Imobiliária (Cecoi), o momento crucial para evitar futuros problemas é o de fechar o negócio, quando é feita a averiguação do local que está sendo alugado.
\"A vistoria deve ser a mais completa possível, inclusive com fotos coloridas do local, para que fique evidenciado o estado de conservação em que o imóvel é entregue ao locatário. Com esse tipo de precaução, é possível que locador e locatário saibam exatamente o que o imóvel contém, e de que forma ele deverá ser entregue quando o contrato terminar, ficando ambos os lados protegidos legalmente\", adverte Ari.
Advogado especialista na área imobiliária, José Alfredo Lion diz que o inquilino deve fazer a checagem junto ao proprietário.
\"É preciso ficar atento a todos os detalhes, desde número de tomadas, torneira, o que pertence ao local, e danos como riscados no piso, pintura e eventuais buracos nas paredes\", alerta.
Como a vistoria não é obrigatória, e para ser bem feita deve ser realizada de forma minuciosa, Ari Travassos acredita que a melhor maneira é deixar que uma administradora de confiança faça este serviço.
Conflitos - Em caso de conflito entre locador e locatário ao fim do contrato, o ideal é o bom senso de tentar fazer um acordo entre as partes, segundo Ari Travassos. Caso não seja possível, o único caminho é a via judicial.
Segundo o auxiliar administrativo da Abdon Nazareth Imóveis, Anísio Moreira dos Reis, para que o locador e o locatário não tenham problemas futuros, é fundamental que, após a vistoria detalhada do imóvel, um laudo minucioso seja elaborado e fique armazenado até a entrega das chaves.
\"A rescisão do contrato só pode ser feita com a entrega do bem em perfeito estado, como se encontrava anteriormente à locação. A vistoria deve ser feita nos mínimos detalhes, incluindo estado de piso, paredes (pintadas ou não), portas, furos em azulejos, estado de armários, números de chaves das portas, enfim tudo deve ser mencionado para no dia da devolução do imóvel, o locatário entregá-lo da maneira em que se encontrava antes da locação. É óbvio que existem os desgastes naturais pelo uso, como por exemplo um sinteco mais desgastado não deverá ser feito novamente, porque isto é o desgaste natural\", explica.
Cautela na hora da compra
Segundo a advogada especializada em assuntos imobiliários, Cláudia Nazareth, na compra e venda de um imóvel a vistoria é feita por quem está comprando o bem. Assim, fica comprovado a aceitação no estado em que se encontra o imóvel na hora da proposta de compra e venda ou é estipulado que só será efetuado o negócio mediante a realização de algum reparo necessário.
Entretanto, caso o novo proprietário, após a compra, descubra algum defeito no imóvel imperceptível aos olhos no período da compra, que o torne impróprio ao uso a que é destinado, ou lhe diminua o valor, como por exemplo a presença de cupins, múltiplos vazamentos, obstrução em encanamento que impeça o uso do bem adquirido, poderá ingressar em juízo com a Ação Redibitória, alegando o \"vício oculto\" no imóvel porque havia um defeito cuja existência nenhuma circunstância poderia revelar, senão mediante exames ou testes.
Assim, segundo Cláudia Nazareth, \"descobertos os vícios ocultos, ocorrerá a redibição da coisa, ou seja, torna-se sem efeito o contrato, acarretando-lhe a resolução, com a restituição do imóvel defeituoso ao seu antigo dono ou sendo concedido um abatimento no preço, se preferir o comprador\".
Publicado por: O Fluminense em: 12/02/2009
Completamente limpa e livre de microorganismos sua casa nunca vai ficar. A notícia boa é que a tecnologia pode diminuir e controlar bastante a proliferação de fungos, bactérias e ácaros que provocam alergias. Confi ra e proteja-se!
Quais os "vilões" da sujeira?
Os principais habitantes das casas modernas são os ácaros, os fungos e as bactérias, que habitam principalmente os locais mais escuros, úmidos e pouco ventilados. Os seus espaços preferidos são pias e gabinetes, rejuntes e cantos menos movimentados. "Ele criam colônias que podem ser percebidas pelo escurecimento do local; é o que chamamos de biofilmes de fungos e bactérias", explica Maria José Silveira, da Control Bio, especialista em microbiologia. No caso dos ácaros, os locais prediletos são os tecidos de camas, travesseiros, tapetes, carpetes e sofás. "Eles alimentam-se de pele humana e outras sujeiras que formam a maior parte da poeira das casas", salienta.
Como eles provocam as alergias?
"Eles são os alérgenos, fatores ambientais que provocam as crises", explica Ana Paula Castro, alergologista e diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai). O simples contato com ácaros (e suas fezes), esporos de fungos e bactérias, pêlos de animais, restos de insetos, além das toxinas produzidas por estes seres, pode desencadear uma reação alérgica. Além disso, as alergias não têm cura, mas podem ser controladas, e a limpeza dos ambientes é fundamental neste processo. "Se uma sala não está higienizada, uma simples movimentação de portas já é suficiente para espalhar esporos de fungo pelo ambiente", conta Maria José da Control Bio.
Existem outros fatores nocivos?
Sim, dentro de casa temos contato também com diversos agentes químicos, encontrados em produtos de limpeza, colas, tintas e vernizes. São os chamados compostos voláteis orgânicos (CVOs), como o formaldeído, os hidrocarbonetos e outros compostos que evaporam e permanecem no ar, atingindo todos os que vivem no ambiente. "O ar, uma vez contaminado, gera crises alérgicas que, mesmo em um espaço projetado com tais cuidados e utilizando purificadores, não permitem garantir nosso bem-estar", confirma Bianka Mugnatto, arquiteta.
Como se proteger?
Segundo a arquiteta Bianka Mugnatto, que há 12 anos dedica-se ao desenvolvimento de áreas para pessoas alérgicas, é preciso combinar produtos adequados e uma manutenção apropriada. "É o que chamamos de controle ambiental", explica. "Graças à evolução da tecnologia, se aplicarmos os produtos que temos disponíveis hoje é possível elaborar um espaço criativo e com charme". Veja algumas dicas:
*Identifique as alergias e as sensibilidades dos moradores (como pêlos ou pó), pois estes devem ser combatidos
*Privilegie revestimentos, pinturas e materiais com proteção natural contra fungos
*Use móveis com rodízios, eles facilitam a movimentação e a limpeza
*Escolha revestimentos que não acumulam pó, mas que também não sejam muito frios, pois a baixa temperatura pode desencadear reações alérgicas
*Procure manter a casa sempre bem ventilada e iluminada, ao menos 15 minutos por dia
*Se a casa estiver fechada, mantenha purificadores de ar nos ambientes
*Utilize produtos de limpeza neutros ou sem cheiro
fonte: www.casaeambiente.com.br
Quem nunca sonhou em passar o inverno em um clima aconchegante em frente a uma lareira? Esta opção está se tornando cada vez mais presente tanto em projetos de decoração de residências quanto em apartamentos. Além de proporcionar um ar sofisticado para o ambiente, as lareiras podem ainda valorizar a decoração e o preço do imóvel, na opinião de arquitetos.
Atualmente, o consumidor pode encontrar modelos de lareiras convencionais (a lenha), elétricas (aquecedor) e a gás. Todas as opções são indicadas para salas ou dormitórios. Entretanto, os especialistas alertam que antes de realizar a instalação, o morador deve tomar alguns cuidados.
A primeira preocupação deve ser com a chaminé, que exige uma tubulação adequada para que a fumaça não invada o ambiente. “A chaminé tem de ficar alta, senão ocorre o mesmo problema de churrasqueiras, quando a fumaça entra dentro de casa”, afirma a arquiteta Glaucya Taraskevicius, de Santo André. Segundo a profissional, os brasileiros não possuem “a cultura do frio” e muitas das lareiras construídas acabam se tornando um adorno na residência. “Por isso, a melhor opção é a lareira elétrica, que também oferece praticidade na hora da limpeza”, revela Glaucya.
Atualmente, mesmo as residências que não possuem uma boa estrutura para a instalação de dutos para a exaustão da fumaça podem ser equipadas com uma lareira. Kits elétricos ou a gás são boas alternativas de aquecimento do ambiente escolhido. Sem precisar de chaminé, os modelos elétricos não possuem fogo e funcionam como aquecedores. “Todo mundo está optando pelo modelo a gás, em que você acende o fogo e não tem fumaça. É igual a um fogão, mas com todo o aspecto de lareira. O único problema é levar um ponto de gás até o local”, adverte o arquiteto Carlos Massi, de Ribeirão Pires.
O profissional revela que é necessário colocar o produto em um ambiente que possua uma boa ventilação e recomenda cuidado com a distância em relação a outros móveis do cômodo. “No mínimo, é necessário dois metros de distância de qualquer objeto.”
Para construir uma lareira, o morador poderá contratar um pedreiro ou comprar um modelo pré-fabricado. Nesse último caso, as lareiras são feitas em chapa de aço galvanizado ou em concreto refratário. A diferença está no preço e na montagem.
Os modelos de concreto custam menos e os de chapa de aço são mais leves e vêm com uma estrutura metálica pronta. As lareiras pré-fabricadas podem ser encontradas na versão tradicional, para ser revestida com alvenaria, e no modelo de uso aparente, no qual é necessário quebrar as paredes e furar o teto para a construção de um duto.
Para um acabamento mais clássico, Patrícia Vezzaro, proprietária da Vezzaro Mármores, aconselha a utilização do mármore Marrom Imperial, Verde Alpi e o Travertino Romano. Para Patrícia, o acabamento escolhido pelo morador é o que proporcionará estilo para o projeto. “Os granitos não são tão usados. A procura maior é pelo mármore”, garante.
Conforto e praticidade
Para quem ainda está em dúvida sobre o modelo da lareira, o arquiteto Hermanes Abreu aconselha: modelos a gás ou elétricos são os mais práticos. Não fazem sujeira. Os módulos de cerâmica refratária a gás podem ter labaredas ou queimadores com chama pequena e restrita ao queimador. Para segurança, o arquiteto recomenda adquirir equipamentos com dispositivos que cortam o fluxo de gás na ausência de fogo.
Sem precisar de chaminé, os modelos elétricos são semelhantes aos de gás, só que mais artificiais, pois não há fogo. Eles funcionam como aquecedores, pedindo uma tomada dentro da lareira. O calor é produzido por resistência e transmitido para o ambiente por uma ventoinha que sopra o ar quente. Tem aquecimento menor do que o de lareiras a lenha ou a gás.
Uma das vantagens do uso de lareiras pré-fabricadas, além do baixo custo, é a liberdade na escolha do revestimento. Para seguir uma linha mais sofisticada os mármores são os mais recomendados, já os ambientes mais rústicos permitem o uso de pedras assentadas em lascas e até mesmo tijolos de demolição.
Seja qual for o tipo e o revestimento o importante é que sejam tomados os devidos cuidados na hora da escolha e instalação da lareira. Um profissional capacitado na área é indicado para auxiliar na especificação dos materiais e acabamentos, garantindo assim a qualidade, o conforto e segurança necessários para somente colocar a lenha e acender a lareira
As lareiras são geralmente indicadas para compor salas ou quartos. Segundo Hermanes Abreu, antes de instalá-las alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro deles é que a lareira não deve, em hipótese alguma, expulsar os gases (fumaça) para dentro do ambiente. O equipamento deve possuir o registro para regular a tiragem e impedir que o ar frio entre no local, quando a lareira não estiver acesa.
Não por acaso, a maioria dos profissionais da área acaba preferindo usar kits pré-fabricados projetados para evitar esses tipos de problemas, já que a lareira quando é feita artesanalmente, está mais sujeita a erros funcionais e de execução.
Os kits pré-fabricados são instalados durante a construção ou a reforma. Podem ser de concreto refratário (materiais incombustíveis, condutores e armazenadores de calor) ou chapa de aço. A diferença está no preço e na montagem. As de concreto custam menos e precisam ser assentadas peça a peça com massa refratária, e as de chapa de aço, mais leves, vêm com estrutura metálica pronta.
Ambos os kits devem ter uma câmara de fogo (local onde se coloca a lenha) com plaquetas refratárias e fundo levemente inclinado para frente, o que irá garantir que o calor seja direcionado para o ambiente e não escape pela chaminé.
Fontes: www.tudoimovel.com.br
www.piscinaesossego.com.br
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