Na quinta-feira, 18/06 a Goldsztein Cyrela promoveu o lançamento do empreendimento Quinta do Moinhos.
O evento foi realizado no espaço do Velopark em Nova Santa Rita. A Benin esteve presente com toda a sua equipe de profissionais, altamente qualificados, e dispostos a promover e apresentar o produto. O empreendimento consiste em sobrados de alto padrão, com 3 e 4 dormitórios e opção para suíte e sótão, e uma infra-estrutura que só os maiores clubes de lazer podem oferecer. Dentre todo charme que o empreendimento possui, o elemento que mais gera comentário é o pórtico de entrada que o empreendimento apresenta, uma arquitetura diferenciada que encanta só em olhar. Além de todas estas características o condomínio se localiza no bairro Moinhos de Vento, considerado o mais nobre bairro de Canoas.
O evento foi marcado pela a apresentação detalhada do produto, e uma divertida corrida de Kart entre as imobiliárias.
A Benin tem a certeza que o Condomínio Quinta do Moinhos é um produto que conquistará todos aqueles clientes que procuram segurança, lazer e requinte.
Priscila Cassel - Comunicação
A Caixa Econômica Federal informou na semana passada que reduziu os juros nos empréstimos habitacionais. Segundo a instituição, as taxas para os financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) estarão entre 8,2% e 11,5% ao ano, acrescidos de TR e passariam a valer na última segunda-feira. Segundo o banco, as novas regras podem reduzir o valor das prestações em até 10,58%.
Para os empréstimos enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) imóveis com valor de até R$ 500 mil a redução chega a 1 ponto percentual. Para unidades habitacionais avaliadas em até R$ 150 mil, as taxas serão de 8,9% ao ano na opção de pagamento via boleto bancário; de 8,4% para o mutuário que escolher o débito em conta e de 8,2% para aqueles que tiverem cesta de produtos (conta corrente, cheque especial e cartão de crédito).
No fim de maio, a Caixa bateu novo recorde em financiamento habitacional. O banco liberou nos cinco primeiros meses do ano o montante de R$ 13,2 bilhões, em 275.464 contratos. O volume é 106% superior, se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando o banco emprestou R$ 6,5 bilhões e o número de pessoas beneficiadas subiu em 113% (130.872 contratos). Até o fim de 2009, a Caixa estima aplicar no setor cerca de R$ 30 bilhões.
Publicado por: Jornal do Commercio
Apesar do aumento da demanda provocada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, outra linha oferecida pelo governo - crucial para alavancar o crescimento esperado - emperrou por mais de sete meses por conta de entraves burocráticos. Depois de liberar menos de R$ 15 milhões dos R$ 3 bilhões prometidos, o governo cedeu às pressões das construtoras e flexibilizou as regras para concessão dos financiamentos. As empresas reclamavam do excesso de exigências, sobretudo em relação às garantias exigidas. \"A partir de agora saem os R$ 3 bilhões para capital de giro\", afirmou Valter Nunes, superintendente da regional paulista da Caixa Econômica Federal.
Antes, havia uma exigência de 130% do empreendimento em garantia. Como as empresas constituem empresas separadas, SPEs (Sociedades de Propósito Específico) em cada empreendimento, só tinham o próprio imóvel como garantia. Agora passou a ser 100% e quem garante é a empresa e não mais a SPE, já que também não há mais necessidade de a construtora separar a obra a ser beneficiada com a constituição de patrimônio de afetação (que segrega totalmente o empreendimento do restante da empresa) ou de uma SPE.
O prazo para a contratação do crédito pelas construtoras - que inicialmente ia até março e depois foi prorrogado para dezembro - foi extinto. O prazo de 30 de junho para registro em cartório da obra que se candidatasse aos recursos também deixou de existir. O custo do empréstimo varia de TR mais 9,5% a TR mais 11% ao ano com prazo de 60 meses.
Publicado por: Valor Econômico
No varejo da construção, as vendas cresceram 4,5% em maio, em comparação com o mesmo mês de 2008, sendo que as vendas de itens com IPI reduzido registraram incremento de 10%, informa a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), entidade que representa 138 mil lojas de material de construção no país. Com o aumento nas vendas de abril e maio, o setor conseguiu anular a a queda do início do ano e repetir o desempenho dos cinco primeiros meses de 2008. Para junho, a expectativa da entidade é de crescimento de 8% nas vendas em relação a junho de 2008 e, para o ano, expansão de 5%.
No Rio, a Casa Show sofreu com a retração do consumo de 4% no primeiro trimestre, especialmente em março, quando as vendas caíram 10% sobre igual mês do ano anterior, mas a perspectiva é de recuperação ao longo do ano. Em abril, a queda foi menor, de 3% e, em maio, as vendas voltaram a crescer (3%), embora bem abaixo dos 14% registrados em 2008.
A rede de material de construção fez diversas promoções para recuperar as vendas. \"Talvez o comportamento do consumidor tenha sido mais cauteloso depois das notícias da crise, mas ao ser estimulado, voltou a comprar\", disse o presidente da rede, Arthur Nigri. Segundo ele, não houve aumento dos níveis de inadimplência e de recusa de aprovação de crediário.
A partir deste mês, Nigri projeta encomendas maiores em relação aos pedidos feitos há dois meses. \"Minha expectativa é vender mais\", afirmou. A aposta é de, pelo menos, manter o faturamento apurado em 2008, em termos reais. No ano passado, a rede obteve faturamento de R$ 200 milhões. \"Tudo leva a crer que houve um vale em março, a curva teve inflexão e passou a se recuperar\", disse Nigri. A Casa Show, de propriedade da gestora Investidor Profissional (60%) e do grupo Sendas (40%), tem nove lojas no Estado do Rio e planeja abrir mais uma até o fim do ano.
A rede Dicico, que possui 42 lojas no Estado de São Paulo, registrou em maio expansão de 14% nas vendas em comparação com o mesmo mês de 2008, resultado acima das expectativas, de acordo com o diretor de marketing da empresa, Cláudio Fortuna. \"Ficamos duplamente satisfeitos, porque o resultado também superou a média do mercado. O setor reagiu, o consumo de materiais de construção está crescendo\", afirma.
Fortuna diz que a redução do IPI contribuiu para a expansão das vendas em maio, mas o crescimento também resultou do investimento em campanhas publicitárias em TV, maior número de promoções e liquidações e alongamento dos prazos nas vendas a prazo. Normalmente, a Dicico faz vendas sem juros em até 11 prestações pelo cartão da rede, mas no início do ano alongou o prazo para até 15 vezes. \"Aproveitamos o momento de não-expansão da rede de lojas para ampliar as vendas nas praças onde já atuamos.\"
A empresa tinha como meta inaugurar oito lojas em São Paulo neste ano, mas em função da crise, adiou as inaugurações. No segundo semestre, serão abertas cinco unidades. Para parte delas, a empresa já está contratando 200 pessoas esta semana. Fortuna não informa como ficou o desempenho da Dicico nos cinco primeiros meses do ano, mas garante que há espaço para a empresa cumprir a meta para o ano, de crescimento de 28% e faturamento próximo de R$ 850 milhões. Para isso, a rede já elevou as encomendas aos fornecedores, tendo em vista a expectativa de retomada de um ritmo forte de vendas no segundo semestre.
Segundo dados da Anamaco, a redução do IPI incidente sobre 30 itens (como cimento, tinta e cerâmica) proporcionou, de abril a maio, redução de 8,5% nos preços, o que favoreceu a elevação das vendas no varejo. Segundo a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, o preço do aço caiu 2,67% e o do cimento, 1,31%, em maio, no varejo paulista. No ano, a queda do aço chega a 4,2% e a do cimento, 7,4%. \"A redução do IPI permitiu ao varejo rever preços no período em que a oferta de crédito ainda estava escassa e isso gerou efeito nas vendas. Agora o cenário começa a mudar, os preços estão mais baixos e as condições de crédito melhoraram. Esses fatores podem, de fato, estimular uma recuperação mais acentuada\", diz ela.
A Elevato, rede especializada em materiais de revestimento e acabamento para a construção civil no Rio Grande do Sul, conseguiu ampliar as vendas em 6% nos cinco primeiros meses em comparação com o mesmo período de 2008 e espera manter índice semelhante no acumulado do semestre. Segundo o diretor comercial da empresa, Írio Piva, a expansão é acompanhada pelo aumento nas encomendas feitas para a indústria para recomposição dos estoques.
Na comparação com idêntico período do ano passado, janeiro foi o melhor mês de vendas em 2009 até agora, explicou Piva, com expansão de 12,78%. Em fevereiro e março, as altas foram de 8,96% e 2,55%, respectivamente, seguidas por queda de 2,53% em abril. Em maio, houve crescimento de 6,81% e os primeiros dias de junho indicam nova alta, de 4% a 5%.
De acordo com Piva, o desempenho foi favorecido pela redução do IPI sobre alguns produtos, como cerâmicas, louças sanitárias e tintas, que tiveram quedas de preços de cerca de 5%. Para atrair os clientes, a Elevato manteve a prática de, pelo menos uma vez por mês, oferecer produtos em até dez parcelas sem juros, apesar da contração do crédito. A previsão para este ano é de crescimento de 10% a 12% nas vendas em relação a 2008. No fim do ano passado, antes do estouro da crise, a projeção era de 20%.
Na rede paranaense Balaroti, uma das seis maiores do ramo no Brasil, o ano começou bem nos dois primeiros meses, não houve crescimento em março e abril, e em maio, o movimento melhorou. Por isso, a empresa voltou a comprar no mesmo ritmo do ano passado e a incluir produtos novos no portfólio. \"Nosso estoque é de 45 dias, mas compramos todos os dias\", explica o diretor de marketing e vendas, Eduardo Balarotti. Segundo ele, o que mudou em 2009 foi a característica de compras. \"Tivemos de ter mais produtos em conta, para ofertas\", diz.
Segundo o empresário, a redução do IPI ajudou, porque os clientes perceberam a mudança nos preços. Com a crise, a empresa mudou também a forma de pagamento e deu mais prazo. Antes, anunciava venda em cinco vezes sem juros. Atualmente, o parcelamento pode ser feito em dez vezes.
A Balaroti levou adiante projetos de ampliação. Em março, abriu nova loja em Curitiba e, em maio, inaugurou outra em Camboriú (SC). Em julho, mais uma loja deve abrir na capital paranaense. A rede conta com 17 lojas e emprega mil pessoas. As vendas cresceram 15% em 2008. Para 2009, é esperado crescimento de 5% nas lojas atuais. Com as três inaugurações, a meta é chegar a 20% no total.
Publicado por: Valor Econômico
O financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) totaliza neste ano até abril R$ 8,256 bilhões, o que representa um crescimento de 10,26% na comparação com igual período do ano passado, segundo dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A associação informou ainda que entre maio de 2008 e abril de 2009 o valor chega a R$ 30,801 bilhões, recorde para um período de 12 meses.
Nos primeiros quatro meses de 2009, foram financiadas 78.552 unidades, quantidade 6,31% superior ao registrado entre janeiro e abril de 2008. Em abril, os recursos da poupança destinados ao financiamento imobiliário totalizaram R$ 2,37 bilhões, um incremento de 17,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O número de unidades financiadas chegou a 22.831, alta de 19,5%, na mesma base de comparação.
De acordo com o Abecip, houve queda no valor médio dos financiamentos destinados à construção civil, o que indicaria que o setor de incorporações começa a se voltar para as faixas de menor renda.
O sistema de poupança acumula entre janeiro e abril de 2009 uma captação líquida negativa de R$ 1,45 bilhão. Em abril, o saldo entre a entrada e saída de recursos foi negativo em R$ 526 milhões. O estoque total de recursos era de R$ 219,056 bilhões no fim do mês passado.
Fonte: Da Agência Estado
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