A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prepara medida para que as novas construções do governo tenham a certificação de Green Building. Ecologicamente corretos, os edifícios verdes vão usar luz natural e reutilizar a água. Uma concessionária de energia em São Paulo, que está construindo sua nova sede, já optou em seguir a nova linha sustentável.
Publicado por: Jornal do Commercio .
Até junho, a CEF liberou R$ 1,69 bilhão em empréstimos da linha Construcard, que financia material de construção. É mais de quatro vezes o montante liberado no primeiro semestre de 2008: R$ 396 milhões.
Publicado por: O Globo
Passado o impacto da crise financeira mundial, o mercado imobiliário dá sinais de recuperação e os preços dos imóveis já estão entre 5% e 10% mais altos do que os praticados no fim do ano passado. Essa valorização reflete a migração de investidores para o segmento e a oferta mais farta e facilitada de crédito para todas as faixas de renda. Prova disso é que o mês de junho está sendo comemorado como o melhor do ano em vendas por grandes imobiliárias. Construtoras já têm fila de espera. Diante do cenário de aquecimento, O DIA traz dicas para uma compra segura.
Entre os fatores que contribuíram para a recuperação, estão iniciativas do governo, como o programa \'Minha Casa, Minha Vida\', e a ampliação do limite do uso do FGTS para a compra do imóvel, que subiu de R$ 350 mil para R$ 500 mil.
A aquisição de um imóvel usado deve ser precedida de uma série de cuidados. Os proprietários exigem, em média, sinal de 5% a 10% do valor. No entanto, a quantia deve ser negociada entre as partes. A recomendação é sempre verificar toda a documentação do vendedor e do imóvel antes de efetuar o pagamento, como as certidões negativas.
É importante ainda não haver nenhum processo contra quem vende que possa levar à penhora do imóvel. Dívidas de IPTU e com o condomínio precisam ser levantadas, mas podem ser negociadas e abatidas do valor da venda. Outra recomendação feita por especialistas é ter reservado dinheiro para arcar com os custos da compra. Um deles é com o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que é de 2% do valor da unidade, estipulado pela prefeitura do município.
A escritura e o registro saem por R$ 1.580, mas quem compra o primeiro imóvel tem descontos em torno de R$ 360 para os dois atos. Nesse caso, é necessário apresentar as certidões do 5º e 6º distribuidores para comprovar que não é proprietário. O custo é de R$ 84. Além disso, é preciso desembolsar mais R$ 51,23 para a certidão ônus reais.
Certidões obrigatórias para o fechamento do negócio podem ser feitas por e-mail (anoregrj@anoregrj.com.br) ou nos postos do Anoreg Fácil. O custo do kit certidões para um vendedor será de R$ 442, incluindo a certidão de Situação Fiscal, da Prefeitura e da Justiça Federal.
Procura por usados cresce em seis meses
Um termômetro do momento positivo é que a Apsa cresceu 55% no segmento de imóveis usados no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Ética Imobiliária, com 25 lojas espalhadas no Rio, também teve saldo positivo. A expansão foi de 18% em junho, se comparado ao mesmo mês de 2008. \"Esse é um sinal de que investir em imóveis é um negócio seguro mesmo em tempo de crise\", afirma Marlei Feliciano, diretor da Ética.
Nas lojas da Júlio Bogoricin, segundo o diretor operacional, Helio Brito, foram vendidos 481 imóveis no mês passado - sendo 418 usados e 63 em lançamentos.
Descontos e prêmios para bons pagadores
Quem compra imóvel na planta ou em construção consegue negociar valor mais em conta e, se paga em dia durante a obra, tem direito a desconto na entrega das chaves, além da adimplência premiada. Ou seja, o financiamento bancário será aprovado automaticamente. A MDL Realty, por exemplo, oferece descontos de 12% no Residencial Facile, em Jacarepaguá.
O empreendimento, com 259 apartamentos de dois e três quartos, fica na Estrada dos Bandeirantes. Unidades custam a partir de R$ 100 mil e podem ser financiadas em até 30 anos. Já a Rossi Residencial premia com descontos na parcela das chaves. O corretor Ubirajara Luiz Camaragibe, 53 anos, será um dos contemplados. Ele vai receber R$ 5 mil de bônus e vai abater no valor de R$ 12 mil das chaves - ou seja, pagará apenas R$ 7 mil.
Segundo o presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, os preços dos imóveis estão iguais aos praticados quando a crise mundial estourou: \"O mercado já se recuperou do susto e a expectativa é de um segundo semestre com força total. Por isso, poderá ocorrer um ajuste nos preços, necessário para produção\".
O gerente do Grupo Empresarial Fernandes Araujo, Marcus Vinícius Pinto, informa que também está trabalhando com os mesmos valores de 2008. \"As casas no Residencial Victoria, em Campo Grande, custam R$ 125 mil e são financiadas pela Caixa Econômica Federal. Tenho unidades prontas e em construção. Há fila de espera\", garante o gerente.
De acordo com o diretor da Estrutura Consultoria Imobiliária, Fábio Mello, as constantes quedas nas taxas de juros do financiamento imobiliário fazem com que um número maior de pessoas tenha acesso à compra do imóvel. Além disso, o prazo de pagamento ampliado para até 30 anos permite que a prestação se adapte ao orçamento familiar.
\"Os imóveis até R$ 130 mil que se enquadram no programa \'Minha Casa, Minha Vida\' têm impulsionado o mercado, por conta da grande demanda por essas moradias\", diz Mello.
Ações para atrair novo comprador
A implantação do programa \'Minha Casa, Minha Vida\', a partir de abril, trouxe mais segurança para as pessoas que estavam interessadas na compra do imóvel. Segundo o diretor de vendas da Rossi Residencial, Marco Adnet, a postura do comprador mudou e foi comprovada com a melhora nas vendas. A Rossi se prepara para construir 15 mil unidades no País pelo programa. No Rio de Janeiro, serão 3 mil imóveis, com preços de até R$ 130 mil.
Para atuar no segmento, a empresa criou a marca Rossi Ideal. \"Hoje, o produto econômico é a bola da vez, por isso temos que adaptar o modelo de venda ao novo segmento, que se assemelha ao praticado pelo varejo. Montamos uma loja no Nova América, já com esse conceito de estar sempre próximo dos clientes.Estamos estudando estratégias para a nossa equipe de vendas e a Basimóvel, imobiliária parceira em várias lançamentos\", explica Adnet.
Para o diretor, esse segmento está reagindo mais rapidamente. Já projetos voltados às classes média e de alto padrão reagem mais lento.
Publicado por: O Dia
Os preços são atrativos, há mais dinheiro para empréstimos e boas ofertas.
Está pensando em comprar um imóvel? A hora é agora. Ao contrário do que ocorre na maioria dos países, às voltas com uma forte retração no crédito, no Brasil o setor imobiliário vive uma fase favorável para se fazer bons negócios.
Ao longo dos últimos meses, foram anunciadas medidas que criaram um cenário como há tempos o mercado não registrava. Confira:
1 - Com as novas condições de financiamento e aumento do teto para utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ficou mais fácil para a classe média comprar imóveis de até 500 000 reais - antes, o limite era de 350 000.
2 - O financiamento agora cobre até 90% do preço dos imóveis - antes, o limite era de 80%. Ou seja, o valor da entrada ficou menor. Essa regra vale tanto para os novos quanto para os usados.
3 - O crédito imobiliário é uma das linhas que mais crescem atualmente. Há mais recursos disponíveis para todas as faixas de renda.
4 - O ritmo mais lento da economia reduziu a velocidade de aumento das prestações na fase de construção. O índice Nacional dos Custos da Construção (INCC), que reajusta os valores mensalmente, apresentou queda neste começo de 2009. A expectativa do mercado é de fechar o ano em 6,5%. Vai ser quase a metade dos 12% acumulados em 2008.
5 - A queda da taxa Selic, que estava em 13,75% em janeiro, para 10,25% ao ano, está levando os bancos a oferecer melhores condições de financiamento.
6 - O governo flexibilizou as regras para empréstimos às construtoras, que criaram mais facilidades para os compradores.
7 - O preço dos materiais de construção caiu, o que deverá ter impacto sobre o custo das obras.
A esses atrativos, soma-se mais um: segurança. É claro que não há negócio imune às oscilações da economia. Imóveis têm seus riscos, como qualquer outro investimento. Mas, no Brasil, eles são bem menores do que em outros lugares.
Em primeiro lugar, nosso sistema financeiro é um dos mais estáveis do mundo. Uma reportagem publicada recentemente pela conceituada revista The Economist destacou que o setor bancário brasileiro é uma "exceção lucrativa" em um cenário internacional marcado por turbulências. As instituições são sólidas e prudentes na concessão de créditos, o que afasta riscos de uma bolha como a que fez desabar o mercado imobiliário americano.
Quando é hora de comprar
O megainvestidor americano Warren Buffet costuma responder com uma palavra quando é consultado sobre o melhor momento de investir na Bolsa: sempre. Esse conselho também se aplica aos imóveis. É verdade que ganhar dinheiro nem sempre é o objetivo principal de quem quer comprar a sua casa ou apartamento. Na maior parte dos casos, o que se busca é apenas um bom lugar para morar. As duas coisas, porém, podem e devem andar juntas. Na compra de um imóvel, é bom conhecer as chances de ganhos que se terá no futuro. É importante saber, por exemplo, se o bairro onde ele está localizado será beneficiado por projetos públicos ou empreendimentos que puxem os preços e tragam a possibilidade de bons negócios para os moradores.
Mais moradias
Em março, foram financiadas no país 21 500 unidades, quase 30% a mais em comparação com fevereiro.
Recursos não faltam
De janeiro a abril, a Caixa Econômica Federal registrou a cifra de 10 bilhões de reais em financiamentos imobiliários para todas as faixas de renda, com prazos de até 30 anos e prestações decrescentes. Principal agente para a aquisição da casa própria, a instituição planeja fechar o ano com um volume recorde de recursos à disposição de quem pretende realizar o sonho da casa própria. As instituições privadas também estão ativas. O HSBC projeta um crescimento entre 25% e 30% de sua carteira de crédito imobiliário em 2008. O Santander e o Bradesco têm planos de desembolsar, no mínimo, o mesmo volume de empréstimos concedidos em 2008.
Negócios em alta
O número de lançamentos, que vem crescendo a cada mês, é um dos indicadores do bom momento do setor.
Fonte: Info Imóveis
Na segunda-feira, dia 22/06 a Rossi juntamente com a Benin, promoveu o pré-lançamento do empreendimento Rossi Ideal em Canoas. O evento contou com a presença do Sr. Prefeito Jairo Jorge da Silva.
O Futuro empreendimento contará com 3.200 apartamentos no total, em condomínio fechados e separados, ótima infra-estrutura, opção de 2 e 3 dormitórios com valores apartir de R$ 70.000,00 podendo ser financiado pelo Programa do Governo "Minha Casa Minha Vida".
O momento também foi marcado, pela Solenidade de comemoração dos 70 anos da cidade de Canoas.
A Benin já iniciou os cadastros e reservas para as vendas do Rossi Ideal, ideal para quem deseja um novo jeito de morar em Canoas.
Informações pelos fones: 3051-1588 ou 3031-1588.
Rua Frei Orlando,33 -Canoas | Rua: Gonçalves Dias, 119 - Canoas
Priscila Cassel - Comunicação
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